terça-feira, 21 de junho de 2016

Desantropocentre-se! Importe-se mais em amar o próximo


Olá, que a graça e a paz de Cristo Jesus sejam sobre sua vida.

Vivemos em um mundo efêmero, onde as relações têm se tornado cada vez mais superficiais e substituíveis. Enquanto isso, o sentimento de cobrança e necessidade de torna-se um “alguém na vida” está cada vez mais precoce. A síndrome de Zuckerberg é uma realidade (jovens que anseiam alcançar a riqueza antes dos trintas anos).

Diante uma realidade dessas, não poderíamos chegar a outro resultado. O antropocentrismo é uma realidade entre nós. Meus problemas são mais relevantes do que os do meu irmão ao lado. Afinal, são OS MEUS PROBLEMAS.

Naturalmente, o amor perde espaço nesse campo de guerra. E o que é o amor? Para mim, resume-se na mais pura expressão de renúncia que poderia existir. Deus amou o mundo e por isso deu seu filho para morrer na cruz por nós. Aliás, sou pai, jamais faria isso.

Cristo nos amou e renunciou sua glória para morrer numa cruz como um bandido. Uma mãe que dá a luz ao seu filho renuncia tantas coisas no período da gestação e infinitas outras para o resto da vida. A responsabilidade de um casal que consiste em um fazer o outro feliz. Renúncia...

A Bíblia Sagrada diz: “O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei (religião/Torá/Bíblia) é o amor”, Romanos 13:10.

Tenho medo dessa proposta que tem tomado força nos últimos anos onde se prega uma fé atrelada as bênçãos materiais, enquanto o evangelho é justamente o contrário. Às vezes eu acho que a Bíblia voltou para o Latim e, por isso, ninguém entende mais nada e acredita em tudo que seu “líder religioso” prega. Cuidado, meu brother...

Ame mais seu próximo. Dedique-se mais a causas relevantes, ou seja, ações que abençoarão outras vidas (além da sua). Descubra que o centro da terra não gira em torno do seu umbigo. Se desantropocentre-se e sinta o sabor da libertação dos valores medíocres que este mundo tem vomitado em nossas cabeças.

Ajude quem precisa, invista tempo ouvindo pessoas que precisam desabafar, sorria para uma criança, abrace mais. Às vezes um bom abraço pode falar mais do que muitas palavras. Seja grato às pessoas que te ajudaram a chegar onde você está hoje.

Nós, da Igreja Tempo de Mudança, temos um projeto onde arrecadamos alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade na cidade Estrutural, faça parte dessa luta. Sua participação fará toda a diferença. Saiba mais indo à nossa Igreja, teremos grande prazer em receber você e sua família.

Espero ter ajudado, ao menos um pouco, em sua reflexão diária sobre a importância de amar mais o próximo.

"Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes", Marcos 12:30-31.

Forte abraço,

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

De pai para filho

Sou teu pai, teu abrigo

Admirador, melhor amigo

O que Deus fez com Cristo por mim 

Jamais conseguiria fazer eu, contigo, por ninguém

Sou teu pai terreno, passageiro

Ele é teu pai Eterno, por inteiro

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Avivamento



Graça e paz,

Descubra o real significado do termo Avivamento. Nesta ministração você verá que para uma igreja viver, verdadeiramente, o propósito do Senhor ela precisa experimentar o avivamento.

Avivamento = Arrependimento

Forte abraço,

Páscoa, doce história



Graça e Paz,

Conheça um pouco mais sobre a maior prova de amor da história da humanidade. Veja o real sentido do Páscoa.

Vamos lá!

Êxodo 12.1-5: “1. E falou o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo: 2. Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. 3. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família. 4. Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro. 5. O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras”.

Êxodo 12.12-14: “12. E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o Senhor. 13. E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito. 14. E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo”.

Êxodo 12.24-27: “24. Portanto guardai isto por estatuto para vós, e para vossos filhos para sempre. 25. E acontecerá que, quando entrardes na terra que o Senhor vos dará, como tem dito, guardareis este culto. 26. E acontecerá que, quando vossos filhos vos disserem: Que culto é este? 27. Então direis: Este é o sacrifício da páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então o povo inclinou-se, e adorou”.

A páscoa é uma cerimônia milenar, sua origem ocorreu há cerca de 3.500 anos no Egito. Em seu sentido veterotestamentário, a celebração tinha como intuito memoriar a libertação do povo hebreu do cativeiro egípcio.

O termo páscoa, Pessach (do hebraico, passagem), refere-se ao anjo do Senhor que passou pelas casas que estavam marcadas com sangue e poupou a vida dos primogênitos. Pode-se interpretar, também, a passagem do povo do Egito a Canaã. Esta festa marca o início do calendário bíblico de Israel. O ano começava na primavera.

Vale lembrar que toda a Lei Mosaica sempre apontou para a figura de Cristo. A celebração da páscoa tornou-se uma das mais evidentes. A relação está entre o cordeiro que deveria ser sacrificado por cada família para referenciar a libertação do julgo egípcio e Cristo, cordeiro pascoal, que foi morto para libertar o homem do julgo do pecado.

João 1.36: "E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus".

Romanos 6.14: "Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça".

Outra característica marcante nessa relação de simbolismo é o fermento. Muitas vezes na Bíblia o fermento simboliza o pecado. A ausência do fermento na culinária judaica no período da páscoa representava a pureza da relação entre Deus e seu povo. Sem o pecado que altera o formado da vontade de Deus na vida do seu povo. Sem influência alguma.

Gálatas 5.9: "Um pouco de fermento leveda toda a massa".

1 Coríntios 5.7: "Livrem-se do fermento velho, para que sejam massa nova e sem fermento, como realmente são. Pois Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi sacrificado".

A páscoa do Novo Testamento

Encontramos no início do Evangelho de Lucas, a família de Jesus levando seu jovem filho para a celebração, tradicional, da páscoa.

Lucas 2.41-42" Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa; E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa".

Cristo cresceu envolvido à cultura judaica. Exerceu seu ministério messiânico com perfeição e, aos trinta e três anos, foi condenado à cruz. Foi levado preso e condenado a morte. Esse processo se deu, justamente, no período da páscoa. Coincidência? De modo algum. Cristo era o verdadeiro cordeiro de Deus, representado durante séculos pelos animais imolados nessa festividade.

João 19.14-16: "Era o Dia da Preparação da semana da Páscoa, por volta do meio-dia. "Eis o rei de vocês", disse Pilatos aos judeus. 15 Mas eles gritaram: - Mata! Mata! Crucifica-o! " "Devo crucificar o rei de vocês? -, perguntou Pilatos. "Não temos rei, senão César", responderam os chefes dos sacerdotes. 16 Finalmente Pilatos o entregou a eles para ser crucificado. Então os soldados encarregaram-se de Jesus".

João 20.1, 16-17: "No primeiro dia da semana, bem cedo, estando ainda escuro, Maria Madalena chegou ao sepulcro e viu que a pedra da entrada tinha sido removida. [...] 16 Jesus lhe disse: - Maria! Então, voltando-se para ele, Maria exclamou em aramaico: Rabôni! ( que significa Mestre ). 17 Jesus disse: - Não me segure, pois ainda não voltei para o Pai. Vá, porém, a meus irmãos e diga-lhes: Estou voltando para meu Pai e Pai de vocês, para meu Deus e Deus de vocês".

A morte propiciatória de Cristo trouxe à humanidade o conhecimento pleno da verdade e a libertação do julgo do pecado. Hoje, os que manifestam a fé no Senhor Jesus apropriam-se da graça do perdão e mudança de vida. A Santa Ceia do Senhor, ordenança expressa de Cristo ainda em terra, é exatamente a nova versão da páscoa orientada por Deus aos judeus.

Páscoa Católica

Vale lembrar que já há um estudo sobre “Carnaval”, que publiquei em nosso Portal, no período respectivo que ajuda a entender um pouco mais sobre a ligação destas duas festividades.

Após a festa do carnaval é memoriado a Quarta-feira de Cinzas. Uma celebração importantíssima para o católico, praticada desde o século IV. Esta data surgiu, originalmente, para preparar o cristão à Páscoa. Esta data marca o início da Quaresma.

Durante os quarenta dias que precedem a Semana Santa e a Páscoa, os católicos dedicam-se à reflexão, a conversão espiritual e se recolhem em oração e penitência para lembrar os 40 dias passados por Jesus no deserto e os sofrimentos que ele suportou na cruz. A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina no Domingo de Ramos, anterior ao Domingo de Páscoa. A partir daí, entra-se no na Semana Santa.

Além disso, a Igreja católica recomenda que, na Quarta-feira de Cinzas e também na Sexta-feira Santa, seus fiéis não comam carne.

Páscoa Protestante

1 Coríntios 11:26 “Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha”.

Realizada, normalmente, uma vez por mês, a Santa Ceia do Senhor é a cerimônia que converge para a ação pascal. Dado isso, não há período de Quaresma, nem Semana Santa ou demais datas similares. A orientação do protestante é viver, continuamente, a Paixão de Cristo. Comemora-se a data da páscoa mais por uma questão de convenção social do que por um período, propriamente, sagrado.

Coelhinhos e Ovos de Chocolate

Os Alemães adoravam uma deusa da fertilidade cujo nome era Ostara. O coelho era símbolo do culto porque passado o inverno e tendo chegado à primavera, os coelhos eram os primeiros a saírem de suas tocas e já começavam a reproduzir-se. Por coincidência, a data era exatamente no período da páscoa.

Além disso, tradição ritualística germânica realizava a prática da “caça ao coelho”. No momento em que os adultos iam caçar coelhos, eram escondidos ovos de aves pintados com tintas para as crianças. Enquanto os adultos caçavam coelhos, as crianças procuravam ovos.

Com o sincretismo das culturas. Os ovos passaram a representar o surgimento de uma nova vida, ou seja, a ressurreição de Cristo e as pinturas direcionadas a um viés cristão. Nos próprios ovos pintavam-se cenas da crucificação. Através da influência do comércio, os ovos pintados passaram a ser de chocolate... E aí já viu, né? Contudo, em alguns lugares até hoje, existe a prática de pinturas sagras em ovos.

O Cristão e a Páscoa nos dias de Hoje

Romanos 14:2-4 "Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come legumes. O que come não despreze o que não come; e o que não come, não julgue o que come; porque Deus o recebeu por seu. Quem és tu, que julgas o servo alheio?”.

Romanos 14:23 "Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado".

Bem, algumas pessoas me perguntam se é pecado ou não celebrar a páscoa no modelo atual. Minha resposta é bem clara: DEPENDE!

O que não é feito por fé é pecado. Se você, em seu coração, acredita estar pecando ao comprar um ovo de chocolate, participar de um “amigolate” ou coisa semelhante. Por favor, se abstenha. Não faça porque, para você, será pecado.

Contudo, se você não vê problema algum em participar. Seja livre e o faça. Não há mal nenhum nisso. Minha orientação é simples. Não deixe chegar à páscoa para se lembrar da morte de Cristo Jesus. Principalmente se você tiver filhos pequenos ou crianças sob sua responsabilidade.

O mais importante de tudo é lembrar que Cristo renunciou sua glória celestial, habitou em um corpo carnal e se entregou para morrer na cruz por nós. Tenha uma fé clara na Bíblia Sagra e a pratique diariamente.

Forte Abraço,

Carnaval

Graça e Paz...

Carnaval, como surgiu, de onde veio, qual deve ser o posicionamento da Igreja diante isso e o que fazer nos dias de hoje? Descubra...

Vamos lá!

Festas, alegrias, brincadeiras, são algumas das características do carnaval. Pena que não são apenas essas. Não podemos esquecer dos excessos, alcoolismo, brigas e promiscuidades sexuais.

Essa festividade vem de séculos. Sua origem exata é muito discutida visto que todas as grandes manifestações que surgiram nos séculos que a igreja católica reinava, ela a tomava para si. Alguns estudiosos acreditam que o carnaval surgiu no período da quaresma – período de quarenta dias de jejum – assim, o termo carnaval significaria “carna vale”, ou seja, “afastamento da carne”.

Para outros, o carnaval sempre foi uma festa pagã e, para a igreja católica aumentar seu controle sobre ela, tomou-a para si. Enfim, indiferente ao seu surgimento, hoje ela tem características bem definidas. Vejamos seu significado pelo dicionário: “Período de festas profanas de origem medieval, compreendido entre o dia de Reis e a quarta-feira de Cinzas. Período que compreende os três dias que precedem a Quaresma. Conjunto de brincadeiras e festejos que ocorrem nesses dias”, dicionário Priberam da Língua Portuguesa.

Dicas importantes para o período de carnaval

- Cuidado com a televisão. A Rede Globo colocar mulher nua dançando a qualquer horário de sua programação. Mas os outros canais não ficam isentos desta “zona”.

- Participe de todas as programações de sua Igreja. Caso não haja, peça autorização ao seu pastor e vá a outra. Na ITM teremos o Espiritival. Mais em www.tempodemudanca.com.br/jovens.

- Não vá às festas, mesmo que seja só para olhar, ver gente. É assim que tudo começa.

- Ande na contramão do mundo. Se carnaval é festa da carne, sacrifique a sua. Faça jejuns, orações e leituras Bíblicas.

Assista a ministração realizada no Templo da Igreja Tempo de Mudança:




Vamos a um momento de perguntas e respostas sobre o tema:

O servo de Deus pode festejar o carnaval?

Vejamos o que a Bíblia nos mostra. “Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis”, Gálatas 5.17.

Participar desta festividade é completamente fora da vontade de Deus. A palavra santidade significa “separado”. Ser separado não é ficar longe de pessoas que são de uma fé diferente a sua. O próprio Jesus passava grande tempo com pessoas sem Deus justamente para evangelizar.

Ser santo “separado” é se afastar de ambientes que você sabe que não há a menor possibilidade de ficar sem pecar. Vá à um Desfile, Micarê, Siga um Trio Elétrico sem dançar canções que profanam os valores da Bíblia, sem olhar para os corpos sensuais seminus que rebolarão e se esfregarão em você. Não dá. É pular no mar na esperança de não se molhar.

Em I Coríntios 6.18, o apóstolo Paulo diz “fugi da prostituição”. É engraçado porque em relação ao diabo nos temos que enfrentar. Entenda que nós só enfrentamos o que podemos vencer. Deus sabe, com a carne não se luta, mas foge! Enfrente satanás um milhão de vezes, mas nunca enfrente suas tentações. Delas, fuja, fuja e fuja!!!

Minha igreja, no período de carnaval, realiza festa á fantasia, gincanas e acampamentos. É errado?

De forma alguma. Se a sua igreja realiza festas, com certeza, os novos na fé não ficarão tentados a irem celebrar no mundo. Ah, não venha com essa história de “credo, é o mundo entrando na Igreja”. Além dos novos na fé, todos possuem o direito de brincar, se alegrar. E é possível fazer isso sem dar lugar a carnalidade.

Muitas vezes os membros da mesma Igreja não se conhecem porque só vão para o culto. Em momentos de confraternização é possível que haja esse contato maior. Onde já se viu o olho não ter comunhão com a boca, o pé com a mão? É terrível quando uma igreja proíbe tudo e não faz nada...

Vemos na Bíblia várias datas festivas como da páscoa, pentecostes, das trombetas e dos tabernáculos. O nosso Deus é um Deus festivo. Façamos tudo com bom senso e equilíbrio.

O carnaval é um bom período para evangelizar?

Péssimo! Conheço bem a Palavra de Deus, sei a importância de evangelizar, mas tudo com sabedoria. Ir à festas para falar do amor de Cristo é jogar “pérolas aos porcos”. Tudo bem, para ganhar almas para Jesus toda hora é hora. Contudo, no carnaval é mais fácil um cristão “cair na folia” do que um ímpio se converter.

Neste período as pessoas estão com as mentes e corações voltadas a correr atrás de trios elétricos, beijarem na boca, bebida e sexo.

Tive a oportunidade de conhecer um rapaz, não convêm falar de qual igreja, que montou uma equipe de mais de dez jovens para evangelizar na Micarêcandanga, antigo carnaval de Brasília. Depois da festa, cinco não voltaram mais para a igreja.

Falo e repito. Contra a carne não se luta, foge! I Coríntios 6.18.

Enfim, curta seu feriado com seus amigos, igreja, família e com a SANTÍSSIMA TRINDADE.

Forte abraço.

Mitos e Verdades do Natal



Olá amado, paz do Senhor Jesus Cristo,

Este estudo é destinado aos cristãos que desejam saber sobre a história do natal, seus elementos e qual deve ser sua conduta nesta data.

Vamos lá!

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz", Isaías 9.6.

O Natal representa um momento onde os cristãos refletem sobre o maior presente de Deus ao homem, seu filho Jesus. Na oportunidade são celebradas ceias (jantares especiais), trocas de presentes, decorações nas casas e nas ruas, entre outras coisas.

Certo, tenho certeza que até aqui você já sabe muito bem. Contudo a questão é: qual deve ser o comportamento do Cristão, que segue realmente a Bíblia, nessa data? Vamos lá!

Particularmente entre nós evangélicos, o Natal tem sido uma das festividades mais polêmicas. Neste espaço, preocupo-me em mostrar o que tenho aprendido de Deus e orientar os membros da Igreja Tempo de Mudança. Caso sua fé se identifique, fique a vontade.

A base para um Natal abençoado diante de Deus, em relação à globalização e as influências midiáticas, deve ser Romanos 14.23, veja: “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado”. E também, Hebreus 11.1: “Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, e a convicção dos fatos que se não veem”.

É extremamente importante você entender que, durante séculos, os cristãos tentaram substituir as celebrações e atividades consideradas pagãs, a fim de mudar foco dos deuses e, assim, destacar Cristo.

O Natal foi criado alguns séculos depois de Cristo (alguns dizem sec. IV,V ou VI). Foi determinado pelo império romano porque, haviam deixado de crer no deus Sol e passaram a professar a fé cristã.
Logo, o dia 25 de dezembro, que era a celebração ao deus Sol foi convertida ao nascimento de Jesus. Não é possível afirmar a data exata do nascimento de Jesus, contudo, é correto afirmar, baseado nos registros bíblicos, que não foi no período de inverno. Muito menos no dia 25. O termo “natal” significa nascimento (latim natalis). Obs.: O calendário cristão foi criado por um monge, chamado Denis, no século VI.

Baseando-se na Palavra de Deus, vemos quanto o Senhor gosta e faz questão de festas e celebrações: “Três vezes no ano me celebrareis festa”, Êxodo 23.14. Festas para lembrar a libertação do povo do cativeiro egípcio, festa da colheita, festa dos tabernáculos e tantas outras. Jesus também segue o mesmo ritmo. Estava presente em casamentos, ceias, entre outros. Sempre com muita alegria e sem perder o foco da responsabilidade de sua missão.

O grande problema é que satanás, com sua sagacidade, têm trazido um espírito de confusão nesse período (e em tantos outros), fazendo com que muitas pessoas percam o foco original desta data. Como igreja, precisamos entender e valorizar o natal, contudo devemos estar alerta a alguns detalhes. Sempre com valores bíblicos e sem extremismo.

Vejamos alguns pontos determinantes para um Feliz Natal:

 DATA/PERÍODO: Como expliquei mais acima, essa data não é exata. É impossível ser em dezembro porque esta época é de inverno em Israel e a Palavra mostra que havia pastores trabalhando no campo e tal ofício não era praticado neste período. Logo é correto afirmar que Cristo não nasceu em uma época de neve, leia: "Ora, havia naquela mesmo território pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho", Lucas 2.8.

Particularmente, fico incomodo quando entro em um shopping e vejo decorações de neve. Eu vivi a vida toda no Rio de Janeiro e em Brasília, dois lugares extremamente quentes!

PRESÉPIO & DECORAÇÕES: O presépio é bíblico, veja: "E isto vos será por sinal: achareis o menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura", Lucas 2.12.

É bem verdade que as decorações fazem menção a presépio/manjedoura, mas abaixo de uma árvore (que também foi inserida no decorrer dos anos). O restante são bolas, arcos, pisca-piscas e por aí vai. A decoração natalina foi importada, na cara dura, da cultura Norte-americana.

ÁRVORE: A decoração da árvore é uma ação mais antiga que o próprio natal. Uma das vertentes históricas acredita quem a cultura nórdica, quando adoravam a Ódin (deus da mitologia nórdica), enfeitavam as árvores e realizavam sacrifícios humanos abaixo dela para proteção e fertilidade.
Conta-se que São Bonifácio, ao buscar um meio de findar tal prática, cortou uma árvore e, por isso, fez cair todas as árvores próximas a ela, com exceção de um pinheirinho. Através daquilo, ele afirmou que o pequeno pinheiro era o menino Jesus. Como o pinheiro era pequeno, houve a conotação de Cristo ainda criança e daí a inserção de tal a elemento no natal.

ESTRELA: Um acessório indispensável do natal é a estrela dourada. Usada principalmente no topo da árvore, ela representa a direção de Deus dada ao Reis magos para irem até o menino Jesus. "Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo", Mateus 2.2.



PRESENTES: Vivemos em um mundo capitalista e globalizado, é óbvio que o comércio aproveitaria com todas as suas forças essa ideia. Biblicamente, vemos os reis magos presenteando o menino Jesus ainda em seus primeiros dias de vida: "E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra", Mateus 2.11. A Bíblia não fala que eram três magos, em Mateus 1.1, conta-se “uns magos”.

Enfim, nesse caso o presente era para Cristo, não uns para os outros. Contudo não há pecado em presentear familiares e amigos. O importante é lembrar que o maior presente é Cristo em nossos corações.

PAPAI NOEL: Reza a história de um homem chamado Nicolau, bispo da Igreja, nascido na Turquia por volta de  280 d.C. Possuía um bom caráter e, por isso, costuma ajudar pessoas pobres, colocando, discretamene, um saquitel com moedas ao lado das chaminés dos lares.

Foi canonizado pela Igreja como São Nicolau após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele. A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Tal personagem foi figurado nas cores verde e marrom, tipicamente de um lenhador alemão. Sua nova roupagem para as cores atuais aconteceu em 1886, onde o cartunista alemão chamado Thomas Nast desenvolveu um bom velhinho nas cores vermelha e branca.

Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.

Na conclusão, desejo que você entenda que a fé é a nossa balança. Você que tem filhos ou convive com crianças, precisa mostrar, principalmente a elas, que a figura do papai Noel não é maior que a de Jesus.

Acredito que um lar cristão não aborde o nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus somente nas “datas comemorativas”, pelo contrário, todos os dias o pai deve ensinar seus filhos o caminho da verdade. Assim, quando chegarmos às datas, nossos filhos não serão confundidos por nenhum tipo de ação diabólica e midiática.

Concluo lembrado o texto no início referido, Romanos 14.23: “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado”.

Quem não celebra não condene quem celebra e vice-versa.

Fique na paz

Forte abraço.

Jesus e a Religiosidade


Jesus é o nosso exemplo. Como ele, precisamos distinguir a comunhão com Deus da religiosidade fanática.

"E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também", João 5:17.

Forte Abraço

Justificação pela Fé



Fomos justificados de quê? Do inferno, do diabo, da ira do mau, de nós mesmos, quem sabe?


"Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo", Romanos 5:1.

Forte Abraço